Por que os assinantes da Netflix estão DETESTANDO ‘O Pai Que Move Montanhas’?

Descubra nesta matéria do Tech News Brasil por que os assinantes da Netflix estão odiando o filme 'O Pai Que Move Montanhas'.

Entenda por que as pessoas detestam 'O Pai que Move Montanhas'

O filme romeno ‘O Pai que move Montanhas’ estreou na Netflix na última sexta-feira (17). A produção, que recebeu muitos elogios em seu país de origem, tinha tudo para ser um sucesso mundial quando chegasse à plataforma de streaming. Porém, os assinantes da Netflix simplesmente destestaram O Pai que Move Montanhas.

Nesta matéria do Tech News Brasil, você confere um pouco mais sobre a nova produção da Netflix e entende por que estão detestando o filme O Pai que Move Montanhas. Acompanhe a leitura.

Mais sobre O Pai que move Montanhas

Hoje (20/09), o filme O Pai que Move Montanhas ocupa a 3ª posição no Top 10 da Netflix. Em linhas gerais, O Pai que Move Montanhas é uma produção roteirizada e dirigida por Daniel Sandu feita na Romênia.

Baseada em fatos reais, a história acompanha Mircea, que embarca em uma difícil jornada de resgate quando seu filho desaparece em uma nevasca. Diante disso, Mircea chega o mais rápido que pode ao local onde seu filho desapareceu, na esperança de encontrá-lo são e salvo. Porém, as equipes de busca não parecem fazer o seu melhor, portanto Mircea decide procurar o filho por conta própria.

O filme é estrelado pelo ator Adrian Titieni e teve um orçamento de 1,8 milhão de euros, sendo um dos mais caros entre as produções romenas. Inclusive, o longa-metragem recebeu diversos elogios em seu país de origem.

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Por que as pessoas detestam O Pai que Move Montanhas?

Por que as pessoas detestam 'O Pai que Move Montanhas'
Cena do filme ‘O Pai que Move Montanhas’ (Imagem: Reprodução/Netflix)

As expectativas para quando o filme chegasse ao catálogo Netflix estavam altas, pois se acreditava que a produção seria um sucesso que todos iriam amar. No entanto, quando o filme chegou ao serviço de streaming no último dia 17, o público se sentiu bastante decepcionado, visto que a história promete ser envolvente e emocionante do início ao fim, mas não alcança totalmente isso.

Embora o título tenha uma boa posição na plataforma de streaming, estando entre os mais assistidos, os assinantes da Netflix estão a todo vapor para manifestar o desgosto pela produção nas redes sociais.

Na realidade, o filme de Daniel Sandu — que, inclusive, não tem muitas produções em seu currículo, o que sugere certa inexperiência — conta com direção e roteiro fracos. De maneira resumida, tendo em vista que a história do filme é apenas inspirada em um caso noticiado em 2009, Daniel Sandu poderia ter investido em incrementar mais emoção à história.

A premissa, a construção dos personagens e a construção audiovisual são os grandes acertos da produção. Isso porque o espectador tende a se envolver com a história de modo a compreender os sentimentos do protagonista ao se deparar com o desaparecimento do filho. Assim, também, é possível entender a frustração do personagem quanto ao empenho das equipes de busca sobre o caso.

Porém, a narrativa do filme se mantém igual durante toda a produção, no sentido de que em muitos momentos da história vemos as mesmas situações se repetirem da mesma forma que também ouvimos discursos que se repetem.

Tendo isso em vista, durante o longa, o espectador tende a sentir falta de algo que prenda a atenção, já que é a mesma coisa acontecendo a todo instante. Inclusive, também é por conta disso que, ao final da trama, o espectador se sente deslocado e frustrado — fica o sentimento de que nada aconteceu em 1 hora e 49 minutos de filme.

Portanto, pode-se dizer que nessa produção faltaram reviravoltas que mantivessem o envolvimento do público do início ao fim, como era esperado que acontecesse tendo em vista a premissa e o investimento no filme.

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Graduanda em Comunicação Organizacional na UTFPR, com experiência na área de Gestão de Pessoas e em Marketing Digital. Amante de filmes de ação com protagonização feminina e fã de café à meia-noite.

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